Por meio das ações e projetos promovidos, a Plataforma impulsiona iniciativas que contribuem com as metas dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU que estão vinculados a agenda de agricultura e florestas, pilares da economia brasileira, para abordar de forma integrada e inclusiva os desafios relacionados à transição dos temas Agricultura e Florestas para adaptação às mudanças do clima e à promoção de práticas regenerativas.
Essas ações envolvem a incorporação desses ODS nas atividades das organizações participantes, visando enfrentar grandes desafios atuais, como a fome, a produção de alimentos e o uso responsável do solo, ao mesmo tempo em que se preserva as florestas e se respeitam os direitos dos povos originários e seu modo de vida.

O Grupo de Trabalho de Agricultura Sustentável é um projeto da Plataforma de Ação pela Agricultura e Florestas. Seu objetivo é somar esforços e explorar as intersecionalidades entre as empresas participantes para que possam liderar iniciativas e projetos para atender metas e compromissos locais e globais pela sustentabilidade relacionados à agenda de sistemas alimentares e adaptação, por meio de 3 forças-tarefas:
A Força-Tarefa de Agricultura Regenerativa tem como objetivo promover práticas agrícolas sustentáveis e que visam restaurar e regenerar os ecossistemas agrícolas, promover a saúde, recuperação do solo e a resiliência das comunidades rurais para adaptação às mudanças climáticas.
A Força-Tarefa de Finanças Sustentáveis tem como objetivo alavancar o acesso às finanças sustentáveis no setor da agricultura. Com a identificação dos principais instrumentos financeiros sustentáveis disponíveis e o desenvolvimento de produtos para democratização de sua aplicação, surgem tanto oportunidades para se pensar em acelerar a criação de fundos específicos para financiamento de tecnologias e soluções para uma agricultura de baixo carbono no Brasil quanto conhecimento de casos de sucesso e suas metodologias de aplicação.
Cheque na íntegra os materiais produzidos:
Guia Prático de Finanças Sustentáveis no Agro Brasileiro
A Força-Tarefa de Rastreabilidade tem como objetivo analisar o cenário atual da rastreabilidade e desenvolver iniciativa para alavancagem com foco na transparência dos processos produtivos do campo à mesa. Em uma primeira fase prioriza-se o levantamento de dados e a aproximação de stakeholders já inseridos no tema.
O Entre Solos é uma iniciativa da Plataforma de Ação pela Agricultura e Florestas que promove o diálogo e a comunicação sobre sustentabilidade no setor de alimentos e agricultura. Seu objetivo é conectar o urbano e o rural para impulsionar o alcance das metas da Ambição 2030, principalmente nos ODS 2, 12, 13 e 15. A missão é viabilizar o debate público com base em ciência. Os pilares passam pela conscientização, criação de espaços de troca, confiança e entendimento.
Suas principais ações incluem:
Jornada de encontros promovidos pela iniciativa que reúne empresas, sociedade civil, academia e governo para debater desafios e soluções para adaptação dos sistemas alimentares. Até o momento foram realizados 5 Diálogos em temas como Adaptação Climática e Agricultura, Agricultura Tropical e Agricultura e Floretas.
As redes e portal Entre Solos são periodicamente atualizadas com a publicação de artigos, notas, entrevistas e eventos.
Para checar nossas atividades na íntegra acesse o Portal Entre Solos:
O Movimento Impacto Amazônia (MIA) faz parte do Programa Ambição 2030 e tem a ambição de engajar o setor empresarial brasileiro no enfrentamento ao desmatamento na Amazônia, por meio de ações individuais, setoriais e intersetoriais que promovam o uso responsável do solo e a preservação da floresta viva.
O MIA possui duas áreas de atuação:
– Uso Responsável do Solo, com foco em abordagens setoriais e devida diligência.
– Floresta Viva, com foco na bioeconomia e à geração de alternativas de desenvolvimento econômico e social, construídas em conjunto com comunidades e povos originários, respeitando os princípios e diretrizes da Declaração de Belém.
Essas frentes de atuação guiam as ações para desenvolver e fortalecer, soluções sustentáveis e resilientes na região amazônica, conectando o setor privado à práticas que promovem a regeneração ambiental e o equilíbrio socioeconômico. A ênfase está na preservação da floresta e no protagonismo dos Povos Indígenas, reconhecidos como guardiões essenciais para a proteção ambiental e manutenção do modo de vida ancestral.
O movimento está diretamente relacionado com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável:
Em 2025, o Movimento Impacto Amazônia passou a integrar a Plataforma de Ação pela Agricultura e Florestas, anteriormente chamada Plataforma Ação pelo Agro Sustentável.
O Movimento trabalha para que, por meio dos Compromissos, as empresas implementem iniciativas e projetos que assegurem que a sua operação, bem como sua cadeia de valor não contribuam com o desmatamento e promovam ações para manter a floresta viva até 2030.
Nossos compromissos:
Jornada de Construção de Capacidades
Conteúdo e trocas para apoio técnico e avanço conjunto das empresas nas temáticas de Uso responsável do Solo e Floresta Viva, para atingimento dos compromissos do Movimento. Organizações comprometidas terão acesso a:
Engajamento da Alta Liderança
Oportunidades de participação em eventos de alto nível nacionais e internacionais para engajamento da alta liderança.
Monitoramento:
O monitoramento se dará por meio de três ferramentas do Pacto Global:
Grupo de Trabalho: Bioeconomia e Inovação na Amazônia
O objetivo do GT é fortalecer um ecossistema de negócios capaz de:
O lançamento será dia 27 de agosto, através de um webinar, com a presença de organizações importantes como, a Climate Ventures, Fundação Certi e Instituto Fronteiras do Desenvolvimento, falando sobre Bioeconomia.
Observação: Este Grupo de Trabalho é uma iniciativa exclusiva para empresas comprometidas com o Movimento Impacto Amazônia.
Se sua organização ainda NÃO FAZ PARTE do Movimento e quer participar do GT, entre em contato conosco para saber como engajar sua empresa nesta jornada.
Grupo de Trabalho: Cadeias de valor Livres de Desmatamento
O objetivo do GT é promover o diálogo multissetorial e a construção colaborativa de diretrizes e recomendações empresariais robustas para o combate efetivo ao desmatamento nas cadeias de valor, fundamentadas nos princípios da justiça climática, que incluem a equidade (reconhecendo responsabilidades diferenciadas e a necessidade de distribuição justa de custos e benefícios), o respeito aos direitos humanos e a participação plena das comunidades mais vulneráveis e afetadas.
No dia 16 de setembro teremos um workshop de lançamento do GT e co-construção do Caderno Temático por Justiça Climática e Transição Justa para AFOLU.
Ao longo da programação do GT, trabalharemos Cadeias de Valor livres de desmatamento no Setor Financeiro e de Energia.
Este Grupo de Trabalho é aberto para qualquer empresa signatária do Pacto, que esteja comprometida com pelo menos um dos movimentos que são parte do Programa Ambição 2030.
13 Empresas comprometidas
4 Organizações parceiras
Sarah Sampaio
Diretora Executiva, Café Apuí Agroflorestal
Maurício Terena
Coordenador Jurídico, APIB
Karen Oliveira
Diretora de Políticas Públicas e Relações Governamentais, TNC
Jakeline Pereira
Diretora do Programa de Áreas Protegidas, Imazon
Valéria Paye
Diretora Executiva, Fundo Podáali
Raquel Tupinambá
Conselheira Científica, Instituto Amazonia 4.0
Joyce Cursino
Fundadora, Negritar Produções
Pedro Vilella
Eletrobrás
Empresa Comprometida:
Empresas que queiram atingir coletivamente a ambição do MIA, participando da jornada Free.
Empresa Embaixadora:
Empresas que tenham interesse em ser protagonista no avanço dos ODS 2, 12, 13 e 15 no país, com contrapartidas especiais. Acesso a Jornada Free, mais visibilidade e maior protagonismo no Movimento.
Governos:
Organizações do poder executivo, legislativo e judiciário, agências reguladoras, ministério público e demais instituições governamentais podem aderir ao Movimento, assumindo o compromisso e apoiando na implementação das ações, por meio de:
Organizações Apoiadoras:
Organizações do poder executivo, legislativo e judiciário, agências reguladoras, ministério público, startups, negócios de impacto e demais instituições governamentais podem aderir ao Movimento, assumindo o compromisso e apoiando na implementação das ações, por meio de:
Para integrar as Plataformas de Ação sua empresa deve fazer parte do Pacto Global.