Quem são as Lideranças com ImPacto?

Presidentes que estão mudando o jeito de pensar e fazer negócios em suas empresas, alinhando as práticas gerenciais e operacionais aos Objetivos Globais. Além disso, envolvem pessoas em um propósito, que combina sonhos e desafios ao desempenho. Estão à frente de companhias que entenderam a importância da sustentabilidade para a evolução do negócio e vêm criando formas de inserir os ODS nas estratégias de suas principais áreas. As Lideranças com ImPacto encampam um movimento de transformação dentro de sua própria empresa e aceitam divulgar os ODS e o Pacto Global internamente, em suas operações, e para a cadeia de valor e a outros empresários.

 

Como as Lideranças com ImPacto são escolhidas?

As empresas inscrevem os seus CEOs para integrarem a iniciativa e as candidaturas são avaliadas a partir de critérios de engajamento e integridade. Ao mostrar interesse em fazer parte, a empresa indica um ODS no qual o seu presidente irá se posicionar com mais ênfase e descreve o que vem fazendo para contribuir com o avanço deste objetivo específico. A análise pela Rede Brasil considera o envolvimento da empresa com o ODS defendido, análise reputacional da empresa e do CEO, assim como nível de engajamento com a Rede Brasil e alinhamento com as premissas e compromissos propostos pela iniciativa no país. 

 

Como a Liderança com ImPacto se posiciona?

A Liderança com ImPacto utiliza o seu poder de decisão e influência para endereçar questões importantes no âmbito da sustentabilidade e, com isso, busca deixar um legado dentro de sua empresa e na sociedade como um todo. Divulga causas e mobiliza o setor empresarial por meio de suas redes sociais e em oportunidades públicas, como quando participa de eventos, concede entrevistas ou se direciona aos seus funcionários e fornecedores. 

Ao tratar desses temas relevantes, influencia os outros pelo bom exemplo, mostrando como sua empresa vem agindo em relação à questão abordada e como os negócios evoluem a medida que a operação segue os objetivos globais de sustentabilidade.

As Lideranças com ImPacto que passam a atuar como porta-vozes têm uma agenda de encontros, eventos e atividades de divulgação. 

 

A Rede Brasil escolhe apenas uma Liderança por ODS?

O objetivo da Liderança com ImPacto é, principalmente, levar a mensagem dos ODS para os mais diversos stakeholders. Assim, aceitamos mais de um CEO por ODS, desde que os executivos atuem em setores diferentes, pois acreditamos que falam com públicos distintos. 

 

Quando a/o CEO deixa a empresa e assume uma nova posição ela/ele permanece como Liderança com ImPacto?

O programa é voltado para CEOs das empresas que integram a Rede Brasil. Caso a/o executivo deixe a empresa e assuma a mesma posição em outra organização, pode pleitear a participação na iniciativa. A Rede Brasil irá avaliar novamente as questões de integridade e engajamento. Em caso de saída da/do CEO da empresa, a organização signatária pode solicitar o ingresso da/do novo executivo no Liderança com ImPacto. A Rede Brasil também realizará outra análise interna para confirmar o aceite. 

 

Multiplicadores de ImPacto 

Além das Lideranças com ImPacto, a Rede Brasil do Pacto Global criou o programa Multiplicadores de ImPacto, que reconhece empresas e profissionais que trabalham nas signatárias e que estão empenhadas e empenhados em divulgar os 10 Princípios e os ODS. Veja mais detalhes aqui

 

A Rede Brasil do Pacto Global está buscando lideranças que defendam publicamente as causas e as frentes trabalhadas no Brasil. Conheça quem já assumiu esse desafio:

 

 

 

 

Guilherme Weege
Presidente do Grupo Malwee
Porta-voz de clima (ODS 13)

Weege representa a Malwee, uma das primeiras empresas brasileiras a assinar o compromisso pelo clima Business Ambition for 1.5 - Only Our Future. Com isso, comprometeu-se a reduzir suas emissões de gases de efeito estufa a partir de critérios científicos em um nível que contribua para que o aumento da temperatura da terra não ultrapasse 1.5°C. Em 2015, fixou uma meta de reduzir em 20% as emissões de carbono até 2020 e bem antes do prazo, em 2017, já havia atingido redução de 68%. De lá para cá, conseguiu ainda uma diminuição extra de 12%.“Das emissões de carbono do mundo, 10% vêm do setor têxtil. O setor também responde por 20% do consumo de químicos do mundo e por 20% da poluição industrial da água. É muito forte”, afirma Weege. 

O presidente já iniciou a mobilização de outras empresas para o compromisso, por meio de suas mídias sociais e divulgando a iniciativa em eventos e encontros. 

 

 

Teresa Vernaglia
Presidente da BRK Ambiental
Porta-voz de Água e Saneamento (ODS 6)

Teresa lidera a BRK Ambiental, maior empresa privada de saneamento básico do Brasil, com mais de 6 mil funcionários. De acordo com a organização, o trabalho desenvolvido impacta mais de 15 milhões de pessoas em 12 estados, melhorando saúde, educação e renda. Uruguaiana, no Rio Grande do Sul, em 2012, registrou 3.002 casos de diarreia e, em 2018, após a expansão dos serviços de saneamento teve 106 casos mapeados. Teresa já começou a amplificar seu apoio em prol do ODS 6, liderando e divulgando estudos e dados importantes, como a pesquisa “Mulheres e saneamento”. A executiva participa também de foros internacionais para mostrar o impacto da falta de saneamento sobre os direitos humanos, engajando e sensibilizando toda a cadeia produtiva do setor. 

 

 

 

 

 

 


 

 

Clarissa Sadock
Presidente da AES Brasil
Porta-voz de Energia Limpa e Acessível (ODS 7)

Clarissa Della Nina Sadock Accorsi é CEO da AES Brasil desde janeiro de 2021. Anteriormente, ela ocupou o cargo de Diretora Vice-Presidente e de Relações com Investidores da Companhia. Com 16 anos de vivência em empresas da AES, no último cargo foi protagonista da transformação da companhia, que passa por ciclo de forte crescimento. Economista de formação, tem mais de 20 anos de experiência em Finanças em grandes empresas, nas áreas de Relacionamento com Investidores, Tesouraria e Planejamento Corporativo. É graduada em Economia pela Faculdade Cândido Mendes, possui MBA em Finanças pela COPPEAD/UFRJ e curso de extensão em Finanças pela Darden School of Business – University of Virginia (EUA).

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Marcos Matias
Presidente da Schneider Electric Brasil
Porta-voz de Energia Limpa e Acessível (ODS 7)

Marcos Matias é o presidente da Schneider Electric Brasil, empresa que utiliza a sustentabilidade como diferencial competitivo do negócio. Os produtos e serviços ofertados têm como foco a redução no consumo de energia e recursos naturais, assim como das emissões associadas. Além disso, a organização se comprometeu com metas globais, como neutralidade de carbono em todas as suas unidades até 2025 e a implementação de uma política de direitos humanos interna e na cadeia. Matias tem um papel setorial relevante, com atuação ativa na ABINEE (Associação Brasileira da Indústria Eletroeletrônica), na ABIMAQ (Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos) e no Conselho de Líderes do CEBDS.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Viviane Martins
Presidente da Falconi
Porta-voz de Trabalho Decente e Crescimento Econômico (ODS 8)

Viviane Martins é presidente da Falconi, consultoria pioneira na introdução de técnicas de gestão no Brasil. Tem como missão transformar as organizações privadas e públicas para a geração de resultados que contribuam para a construção de uma sociedade melhor. Doutora em Administração e mestre em Finanças, Viviane tem ampla experiência em diversos segmentos atuando de forma relevante no impacto de resultados financeiros das empresas. Orgulha-se de ter participado ativamente da construção da Estratégia 2030, convocando empresas parceiras da Rede Brasil a fazerem a diferença em prol do desenvolvimento sustentável.

 

 

 

 

 

 

 

 

 


 

 

Eduardo Fischer Teixeira de Souza
Presidente da MRV
Porta-voz de de Cidades e comunidades sustentáveis (ODS 11)

Formado em engenharia civil com MBA em finanças, Eduardo Fischer é CEO da MRV, plataforma de soluções em moradia presente em mais de 160 cidades e no Distrito Federal. Desde 2016, a empresa possui metas empresariais relacionadas diretamente aos ODS. Em 2019, realizou um diagnóstico visando definir os Objetivos e Metas aderentes ao negócio e à Visão 2030 da empresa. A iniciativa tem sido conduzida com o apoio de todos os departamentos, de modo a reforçar a integração da sustentabilidade ao negócio. A companhia também investe em responsabilidade social e mantém desde 2014 o Instituto MRV, organização sem fins lucrativos voltada para promoção da transformação social do país por meio da educação.

 

 

 

 

 

 

 

 

 


 

 

Wilson Ferreira Junior
Presidente da Eletrobras
Porta-voz de Indústria, Inovação e Infraestrutura (ODS 9)

Wilson lidera a Eletrobras, maior companhia de energia elétrica da América Latina. A empresa é signatária do Pacto Global desde 2006, e, em 2017, integrou sua estratégia aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU. Com 96% de sua geração proveninente de fontes limpas e renováveis, a Eletrobras desenvolve ações e soluções com foco em pesquisa e inovação e também em eficiência energética. As possibilidades de avanço em sua área de atuação e a melhor maneira da companhia contribuir de forma efetiva para o tema são constantemente avaliadas, tanto em grupos de trabalho da própria empresa, quanto em outros fóruns, científicos e técnicos de setores empresariais e governamentais.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Artur Grynbaum
Presidente do Grupo Boticário
Porta-voz de Produção e Consumo Sustentáveis (ODS 12)

Artur Grynbaum é CEO do Grupo Boticário, que reúne as marcas O Boticário, Eudora, quem disse, berenice?, Beautybox, Multi B, Vult e Beleza na Web. Comanda um time de 12 mil colaboradores diretos, a maior rede de franquias do país e a maior rede de cosméticos do mundo, com cerca de 40 mil colaboradores indiretos. O Grupo Boticário tem 4 mil lojas, presença em outros 35 mil pontos de venda, além de atuação em mais 15 países. 

Como líder, uma das suas missões é garantir que a sustentabilidade esteja presente em processos e produtos, da formulação ao pós-consumo, integrando toda a cadeia para incentivar uma economia circular. O Grupo Boticário tem o maior programa de logística reversa de embalagens do Brasil em pontos de coleta. 

Artur também é presidente do Instituto Grupo Boticário, que apoia ações voltadas para educação, arte e cultura, e da Fundação Grupo Boticário de Proteção à Natureza, uma das principais fundações empresariais de conservação ambiental do país. A empresa é carbono positivo, ou seja, consegue superar suas emissões de CO2 de atividades diretas com o que captura nas reservas protegidas por sua fundação. 

 

 

 

 

 

 

Pedro Saad
Diretor Executivo do World Observatory e da Editora e Produtora Brasileira
Porta Voz de Desenvolvimento Sustentável (ODS 17)

Saad é mestre e doutor em administração de empresas pela PUC-SP. Diretor de Desenvolvimento Sustentável e Investimentos de Impacto nas Câmaras de Comércio Brasil Califórnia (BCCC) e de Comércio e Indústria Luso-Brasileira (CCILB), membro do Conselho Consultivo da Instituição R20 Brasil, organização fundada pelo ex-governador da Califórnia Arnold Schwarzenegger, e membro associado da Aliança Francesa.

Entusiasta dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), coordenou e coproduziu projetos culturais e educacionais ligados ao tema com a ONU, PNUD, UNESCO, UNICEF, OIM/ACNUR, ONU Mulheres, Itamaraty, além de diversas empresas e instituições. 

 

 

 

Miguel Setas
Presidente da EDP no Brasil
Porta-voz de Cidades e Comunidades Sustentávies (ODS 11)

Com uma pauta voltada à Sustentabilidade, Inovação e Responsabilidade Social, Miguel Setas lidera a EDP, empresa que atua em toda a cadeia de valor do setor elétrico. Sob sua gestão, a Companhia tem avançado na oferta de serviços geração de energia solar, mobilidade elétrica e eficiência energética e tornou-se reconhecida por projetos emblemáticos, como a instalação do primeiro corredor de carregadores para automóveis elétricos entre Rio e São Paulo e o anúncio da implantação da primeira e maior rede de recarga ultrarrápida de veículos elétricos da América do Sul.

A Empresa foi a primeira do setor a criar um Centro de Excelência em Robotização, mantendo cerca de 200 robôs em operação em seus escritórios, e é pioneira no uso de drones com inteligência artificial embarcada para monitoramento da rede elétrica, bem como no desenvolvimento de um projeto de Smart Grids no Brasil. Em 2020, a EDP foi considerada a empresa mais inovadora do setor no ranking Valor Inovação, do jornal Valor Econômico, que, em 2019 e 2020, também elegeu Miguel Setas como o melhor CEO do setor elétrico.

 

 

 

 

 

Ulisses Sabará
Presidente do Grupo Sabará
Porta-voz Vida Terrestre (ODS 15)

Ulisses lidera uma empresa brasileira com mais de 60 anos no mercado, que vem alinhando sua operação aos ODS. Em 2016, foi reconhecido com um SDG Pioneer, entre mais de 600 inscritos de 100 países ao redor do mundo, devido à atuação como mobilizador da Agenda 2030. 

A Concepta Ingredients, uma das unidades do Grupo, é especializada em soluções naturais e tecnológicas desenvolvidas de acordo com o Programa de Valorização da Sociobiodiversidade, a partir de um trabalho baseado em oferecer capacitação de famílias para produzir frutas orgânicas, sementes e nozes em seus quintais e pequenas fazendas e na conservação de áreas de risco ambiental. 

 

 

 

 

 

 

 

Tânia Cosentino

Presidente da Microsoft Brasil

Porta-voz de Educação de Qualidade (ODS 4)

Tânia Cosentino é presidente da Microsoft Brasil desde janeiro de 2019. Ganhou reconhecimento nacional e internacional graças ao seu trabalho em sustentabilidade, especialmente em questões relacionadas à eficiência energética, transformação digital, empoderamento feminino e diversidade e inclusão, temas que estão em linha com a missão da Microsoft de empoderar cada pessoa e cada organização no planeta a conquistar mais.

Tânia é uma líder ativa e inspiradora dos programas HeForShe e WEP (Women Empowerment Principles), da ONU Mulheres e do Pacto Global. Por seu trabalho na América do Sul, Tânia foi eleita SDG Pioneer pelo Pacto Global da ONU, em 2017. Recebeu também o prêmio Liderança Feminina do CEBDS (Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável), foi considerada uma das 100 Líderes Visionárias pela revista Real Leaders e uma das 100 lideres que estão fazendo a diferença para o mundo pela Meaningful Business 100 em 2020.

Enquanto presidente da Microsoft Brasil, tem como objetivo liderar o avanço da transformação digital no país, visando impulsionar o desenvolvimento econômico e social do Brasil por meio da tecnologia.

 

 

 

 

 

Adriana Aroulho

Presidente da SAP Brasil

Porta-voz de Redução das Desigualdades (ODS 10)

Adriana Aroulho é presidente da SAP Brasil desde agosto de 2020, após atuar como Chief Operation Officer (COO). Está na companhia desde 2017, quando chegou para liderar a Plataforma Digital Empresarial no País. Como vice-presidente da área, posicionou a organização com projetos relevantes e estratégicos em licenças e forte crescimento em cloud. Adriana é conhecida por sua visão de integração entre equipes, capacitação e disciplina nos processos. Seu principal olhar é para as pessoas, com especial atenção aos temas de diversidade e inclusão. Antes da SAP, esteve por 22 anos na HP/HPE, onde ocupou diversos cargos de liderança.

Formada em Ciências Sociais pela Universidade de São Paulo (USP), possui especialização em Administração de Empresas pela Fundação Getúlio Vargas e MBA em Gestão de Tecnologia da Informação pela FIA (Fundação Instituto de Administração, USP). Em 2015, Adriana alcançou o Stanford Innovation and Entrepreneurship Certificate, pela Stanford School of Business.

 

 

 

 

 

 

Gustavo Estrella

Presidente do Grupo CPFL Energia

Presidente do Conselho de Administração do Instituto CPFL

Porta-voz de Saúde e Bem-estar (ODS 3)

Gustavo Estrella é formado em Administração de Empresas pela Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ) e possui MBA em Finanças pelo Instituto Brasileiro de Mercado de Capitais (IBMEC-RJ). Trabalhou no Grupo Lafarge e nas empresas Light e Brasil Telecom. Desde 2001 atua no Grupo CPFL Energia, ocupando os cargos de Gerente de Planejamento Econômico-Financeiro, Diretor de Relações com Investidores, Diretor de Planejamento e Controladoria, além de ter sido Diretor Vice-Presidente Financeiro e de Relações com Investidores. No início de 2019, assumiu o cargo de Diretor Presidente do Grupo CPFL Energia. 

Liderou o retorno da empresa ao mercado de capitais em 2019, consolidando-a como uma das maiores empresas no mercado de distribuição entre os estados de SP, RS, MG e PR. Na comercialização é uma das líderes no mercado livre e no segmento de Geração é a terceira maior agente privada do País, com um portfólio baseado em fontes limpas e renováveis que, após aquisição da CPFL Renováveis em 2019, a colocou como a maior empresa de geração da América Latina a partir de fontes alternativas de energia.

Gustavo é, também, Presidente do Conselho de Administração do Instituto CPFL e membro do Conselho de Administração da CPFL Energia, da CPFL Renováveis, da ABDIB-Associação Brasileira da Infraestrutura e Indústrias de Base e do ONS-Operador Nacional do Sistema Elétrico.

 

Sergio Gusmão Suchodolski

Presidente do Banco de Desenvolvimento de Minas Gerais S/A - BDMG

Porta-voz de Trabalho decente e crescimento econômico (ODS 8)

Sergio Gusmão Suchodolski é Presidente do Banco de Desenvolvimento de Minas Gerais S/A - BDMG e da Associação Brasileira de Desenvolvimento - ABDE, que reúne 31 Instituições Financeiras de Desenvolvimento no Brasil. Desde que assumiu a Presidência do BDMG no início de 2019, Sergio liderou o alinhamento da estratégia, políticas operacionais e programas do Banco aos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável e Agenda 2030, por meio de parcerias e linhas de crédito ligados ao tema de mudanças climáticas e sustentabilidade.

Recentemente, o BDMG publicou o primeiro framework de alinhamento de sua carteira aos ODS e posteriormente realizou com sucesso a primeira emissão de títulos sustentáveis (Sustainable Bonds) de um Banco Brasileiro com lastro no framework e realizada no mercado internacional. Além disso, diante dos efeitos da pandemia, a Instituição orientou sua atuação anticíclica em 2020 para investimentos e setores aderentes ao conceito de recuperação sustentável e inclusiva, com 57% do desembolso alinhado aos ODS.

Como Banco regional focado em impacto, o BDMG tem contribuído com a comunidade internacional no debate sobre a implementação efetiva de programas de desenvolvimento no território, tendo liderado em novembro passado o painel de alto nível em financiamento ao desenvolvimento sustentável no Primeiro Encontro Global de Bancos de Desenvolvimento em Paris e o único Banco subnacional do mundo com participação ativa na COP 25 em Madri.  

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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