O Mundo Que Queremos chega ao fim com cinco grandes atividades ao longo de 2018

O programa O Mundo que Queremos termina nesta segunda-feira (10), dia de comemoração dos 70 anos da promulgação da Declaração Universal de Direitos Humanos.  Sua agenda de atividades incluiu ao longo do ano discussões temáticas como racismo, diversidade LGBTI+ e comunidades indígenas, todas buscando promover os temas dentro da sociedade para incentivar a criação de políticas públicas e privadas nas áreas. O evento de encerramento contará com o apoio do TEDxSão Paulo e será marcado ainda pelo lançamento da revista Uma Agenda pelos Direitos Humanos, um compilado com os principais destaques da iniciativa ao longo de 2018. O Mundo que Queremos é uma ação da Rede Brasil do Pacto Global e do Governo do Estado de São Paulo, com apoio das empresas Proseftur e Klabin.  A iniciativa envolveu centenas de pessoas em cinco grandes atividades temáticas.

A Revista Uma Agenda pelos Direitos Humanos traz artigos de opinião de ativistas que participaram diretamente do programa: Lívia Maria Sant’Anna, promotora de Justiça do Ministério Público da Bahia (MP-BA); Amana Moira, travesti feminista e doutora em literatura pela Universidade de Campinas (Unicamp); Cristine Takua, professora indígena pertencente à comunidade Ribeirão Silveira, e Edilamar Galvão, coordenador do curso de jornalismo da  Fundação Armando Álvares Penteado (FAAP).

Confira abaixo atividades que ocorreram na Agenda O Mundo que Queremos:

 

Difundindo a HashTag #SmashtheGlass, debate sobre assédio sexual reuniu estudantes de escola pública em março. Essa foi a primeira atividade da Agenda O Mundo que Queremos

 

 

Seminário no Museu Afro Brasil lembrou os 150 anos de abolição da escravidão no dia 13 de maio. Ativistas negros questionaram até que ponto isso significou a liberdade de população negra no Brasil.

 

 

Mostra Transdocumenta reuniu amantes da sétima arte em uma curadoria de filmes ligados à inserção da comunidade LGBTI+ na sociedade. Eventos com essa temática ocorreram ao longo do mês de junho.

 

 

Encerramento do TransDocumenta, em junho, contou com feira de expositores LGBTQIA+ e participação de blocos LGBTQI+ de festas de São Paulo.

 

 

Indígenas contaram as dificuldades para preservar sua medicina e sua fé em conversa franca no Memorial da América Latina. A programação de agosto d’O Mundo que Queremos agendou a temática da população indígena.

 

 

Coral com crianças refugiadas abriu a Semana pela Paz, que promoveu atividades em setembro para disseminar as garantias básicas da humanidade na Declaração Universal de Direitos Humanos. Foram discutidos temas como inserção de migrantes e pessoas vulneráveis no mercado de trabalho, o papel do jornalismo para a promoção dos direitos humanos e o combate ao discurso de ódio.
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