Organização:
CPFL Energia

Região:
Sudeste

ODS Principal:
Energia Acessível e Limpa

Outros ODS:
4, 9, 11, 13, 17

Construindo o futuro (Finalista do Prêmio ODS) - CPFL Energia

 

O impacto das mudanças climáticas se faz mais presente a cada ano, e aos poucos governos e empresas se conscientizam da necessidade de se adotar medidas de mitigação diante do problema. O planejamento de uma economia futura, caracterizada pela redução no uso de combustíveis fósseis, é um desafio para as organizações que pretendem manter a perenidade de seus negócios em um horizonte próximo, de mudança de paradigmas. A fim de contribuir para a construção de uma visão de longo prazo que seja voltada para uma economia de baixo carbono, a CPFL criou a iniciativa Living Lab, uma plataforma para testes de soluções tecnológicas em ambiente real, onde podem ser aplicados conceitos integrados com clientes – sejam eles residenciais, comerciais ou industriais.

O projeto foi implementado na região de Barão Geraldo, em Campinas (SP), que tem cerca de 50 mil habitantes e situa-se próxima ao campus da Universidade de Campinas (Unicamp), que atuou como parceira da iniciativa. Lá foi testado o impacto gerado pela utilização de novas tecnologias em mobilidade elétrica; instalação de painéis fotovoltaicos para captação de energia solar; implantação e monitoramento de sistemas de armazenamento energético; aplicação de tomadas e medidores para incentivar o consumo inteligente; e o Smart Campus, que levou essas tecnologias ao campus da Unicamp. 

 

Resultado

Ao planejar, implementar e monitorar os impactos dessas novas tecnologias em um ambiente controlado e isolado, a CPFL teve condições de acompanhar os resultados obtidos, antecipar as possíveis adequações necessárias, minimizar riscos e maximizar as oportunidades de utilização dessas inovações. Equipes técnicas da empresa analisam mensalmente os resultados do Living Lab, possibilitando a construção de um retrato mais fiel do que seria a rede elétrica em uma economia de baixo uso de carbono, com a utilização de tecnologias que ainda são emergentes no Brasil. A iniciativa também acaba contribuindo para o desenvolvimento de tais inovações no país, incentivando a indústria nacional, a produção de patentes e de estudos acadêmicos, e o aprimoramento regulatório.

Participação feminina (Inova 2030)
Controle de embalagens (Inova 2030)
Empreendimento amazônico (Inova 2030)
Areia reutilizável (Inova 2030)
A energia do cacau (Inova 2030)
Reforma residencial de baixo custo (Inova 2030)
Mobilidade sustentável (Inova 2030)
Menos plástico, mais vida (Inova 2030)
Financiamento à sustentabilidade (Inova 2030)
Energia solar em aterros (Inova 2030)
Estímulo à atuação colaborativa (Inova 2030)
Formação de profissionais (Inova 2030)

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