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Algumas mulheres líderes de mercado, bem como a Secretária Executiva da Rede Brasil do Pacto Global, Beatriz Martins Carneiro (à direita), participaram do cerimônia na abertura do pregão
Imagem: BM&FBOVESPA/Divulgação

Rede Brasil participa do Ring the Bell pela equidade de gênero

Publicado em 9 de março de 2017

Na manhã de 8 de março, Dia Internacional da Mulher, bolsas de valores de 43 países realizaram, na abertura do pregão, um toque de campainha global em apoio à equidade de gênero. Participando pela primeira vez da iniciativa, o Brasil foi representado pela BM&FBOVESPA, que promoveu o “Ring the Bell for Gender Equality” com a presença dos parceiros, entre eles a Rede Brasil do Pacto Global.

Durante a cerimônia, que contou com a presença do staff da BM&FBOVESPA, empresas e instituições do mercado, a Bolsa formalizou a assinatura ao Women’s Empowerment Principles (WEPs), iniciativa conjunta do UN Global Compact e da ONU Mulheres, que auxilia o setor privado a promover igualdade de gênero no ambiente de trabalho, no mercado e na comunidade (foto abaixo). A BM&FBOVESPA tornou-se a primeira bolsa signatária das Américas e a sexta do mundo.

Para a Secretária Executiva da Rede Brasil, Beatriz Martins Carneiro, "a participação das mulheres em todos os setores da economia é fundamental para a atingimento pleno dos direitos das mulheres. A igualdade de gêneros e o empoderamento feminino significam um bom negócio". A BM&FBOVESPA soma-se a outras cem companhias no Brasil. No mundo, mais de 1,4 mil empresas firmaram compromisso com a igualdade de gênero.

Em seu discurso, o diretor presidente da BM&FBOVESPA, Edemir Pinto, citou estudo que aponta que a economia global seria até US$ 28 trilhões maior em 2025 se não houvesse disparidade de gênero. “Nós não queremos esperar até lá. Estamos trabalhando com determinação para que essa igualdade se materialize”, afirmou.

“Tocamos os sinos da BM&FBOVESPA para que as mulheres sejam priorizadas e para que seja fortalecida a distribuição dos recursos econômicos a partir do desenvolvimento sustentável com igualdade de gênero, raça e etnia”, disse Nadine Gasman, representante da ONU Mulheres Brasil.

Uma das prioridades da Agenda 2030 de Desenvolvimento Sustentável, a igualdade de gênero tem sido incorporada nas práticas de empresas. Essa perspectiva conduz ao aprimoramento de práticas, a parcerias público-privadas e investimento de recursos para alcançar a igualdade entre mulheres e homens e o valor financeiro de longo prazo. Embora reconheça cada vez mais que o avanço da igualdade de gênero por meio de operações de negócios e cadeias de valor significa melhores talentos, maior produtividade e mais clientes, o progresso ainda é tímido.

Confira aqui como foi o Ring the Bell pelas bolsas de valores no mundo.

 


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