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O Call to Action reconhece a corrupção como um dos maiores obstáculos ao desenvolvimento econômico e social em todo o mundo

Brasil conquista maior número de assinaturas para a iniciativa Call to Action, do Pacto Global da ONU

Publicado em 11 de dezembro de 2014

O Pacto Global das Nações Unidas comemorou o 10º aniversário do 10ª Princípio contra a Corrupção em Nova York no dia 10 de dezembro. Na ocasião, cerca de 250 empresas signatárias da iniciativa Call to Action: Anticorrupção e a Agenda de Desenvolvimento Global foram reconhecidas pelo compromisso público com a busca pela transparência e o combate à corrupção na última década.  Até o momento, o Brasil é o país com maior número de empresas signatárias, com 34 organizações de diferentes setores da economia que atenderam ao chamado de engajamento da Rede Brasileira do Pacto Global.

O Call to Action - apoiado pelo Pacto Global, Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime (UNODC), Transparência Internacional, Open Contracting Initiative, Instituto do Banco Mundial e Organização Mundial de Parlamentares contra a Corrupção - reconhece a corrupção como um dos maiores obstáculos ao desenvolvimento econômico e social em todo o mundo. Trata-se de um apelo feito pelo setor privado aos governos, incentivando-os a promover medidas de anticorrupção e a implementar políticas para estabelecer sistemas de boa governança.

O 10º Princípio, que afirma que "As empresas devem combater a corrupção em todas as suas formas, inclusive extorsão e propina", foi aprovado em 24 de junho de 2004 com forte apoio do setor privado. "É tão claro hoje como era há uma década atrás que um compromisso com a sustentabilidade ambiental e social não é completo sem um forte compromisso com a luta contra a corrupção", disse Georg Kell, Diretor Executivo do Pacto Global da ONU, durante o evento em Nova York. "Todo o progresso feito para enfrentar as questões das mudanças climáticas, do trabalho e dos direitos humanos seria perdido sem os fundamentos da transparência e da boa governança."

Faça parte

O Call to Action está aberto a novas adesões até junho de 2015, sem vínculo à doações ou patrocínio. Exige-se apenas a assinatura do presidente ou representante estatutário da organização. A carta padrão [em inglês] está disponível para download.

Acesse também o folheto em português com mais informações sobre o Call to Action e conheça as publicações Stand Together Against Corruption: A Practical Guide to Help Prevent Corruption in the Supply Chain e Combatendo a corrupção no patrocínio esportivo e nas ações de hospitalidade – Um guia prático.

Empresas brasileiras signatárias do Call to Action (Até 10/12/2014)

1. Add Value
2. Banco Industrial E Comercial S.A.          
3. Beraca Sabara Químicos
4. Camargo & Campos Recursos Humanos
5. Copel
6. Copagaz Distribuidora de Gás S/A
7. DISOFT
8. Eletromil Engenharia e   Energia
9. Engpiso
10. Grupo Abril
11. Grupo Boticário
12. Grupo Libra
13. HI Technologies
14. ISAE/ FGV
15. Itaipu Binacional
16. Itaú Unibanco
17. Laboratorio Sabin de Analises Clinicas
18. Light SA
19. New Space Processamento e Sistemas Ltda
20. Newland Empreendimentos Imobiliários
21. Nogueira, Elias, Laskowski & Matias Advogados
22. Oi S/A
23. OS-Santa Catarina
24. Okena Servicos Ambientais LTDA
25. Petrobras
26. Reserva
27. Ricca
28. Sociedade Beneficente Israelita Brasileira Albert Einstein
29. TECPRON
30. Unimed Cuiaba Cooperativa de Trabalho Medico
31. Unimed de Avare Cooperativa de Trabalho Medico
32. Valpasa Paper Industry
33. ViiV Innovation
34. Whirlpool


Tag's: anticorrupção Georg Kell